Minha redenção são as migalhas de meu corpo curvando, gritando por mais e mais. Meu sorriso são meus ossos trincados, implorando por amor.
Me abrace.
Venha roubar o brilho das estrelas. Os holofotes são todos seus, e os sorrisos todos destinados à você, Lua.
Nua ao espectro, as cordas bambam se estendem em função dos malabares de minha mente, que divaga até o seu lar. Paraíso. Venha sentir o eflúvio do fascínio. O dançar dos aromas que cercam nosso júri informal.
Certezas me confundem. Nuances me atingem.
Você é o ancenúbio que descarta. Que joga as cartas e decide, por fim, me deletar.
Você é a seda que me rasga. O véu que me disfarça nas noite de languidez. Matiz da dor, colheita do amor que dissemina as desavenças matinais.
O sol quer nascer. A aurora precisa florescer, mas sua mantilha cobriu meus olhos.
Luzes não se ascendem.
Sorrisos são acaçapados e só me resta a escuridão.
Lua biltre, roubou o brilho dos meus olhos e, com isso, nem os corpos celestes fazem mais sentido.
Luna que esfacela. Juno que alucina a mente. Seduz e desfaz.
Diana, minha perdição.

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